sábado, 6 de junho de 2009

Foto do parque das águas de Caxambu.


Esse é o bem que caxambu quer incluir na lista de patrimônios da humanidade.

DEPUTADO APRESENTA PROJETO PROPONDO CAXAMBU COMO PATRIMÔNIO CULTURAL DO ESTADO


No encontro que teve ontem com o Prefeito de Caxambu Luis Carlos Pinto, Vereadores, vice prefeito Veríssimo Arnaut e Secretários Municipais, o Deputado Estadual Dalmo Ribeiro apresentou cópias do Projeto de Lei elaborado por ele declarando Caxambu como Patrimônio Cultural do Estado. Sua justificativa se pauta no fato de que nossa Estância Hidromineral é a única no planeta a possuir 12 fontes de água mineral e um gêiser, com propriedades químicas diferenciadas uma das outras além de a cidade possuir uma arquitetura peculiar de rara beleza tombada pelo Instituto Histórico e Artístico de Minas Gerais – IEPHA. Se aprovado, o projeto tornará lei o que garante maior facilidade na conquista de verbas voltadas à cultura e ao turismo. Outros assuntos foram abordados como a municipalização das creches, a implantação de um Centro de Educação Profissionalizante (CEP) com áreas voltadas à vocação de Caxambu e das cidades vizinhas, e a necessidade de se formular projetos que abordem realmente as prioridades da cidade para a conquista de apoio financeiro do governo do estado, mas a pauta principal foi o apoio do deputado ao pleito de Caxambu se tornar Patrimônio da Humanidade. O deputado disse estar a disposição do município no pleito de verbas e apoio do Governo de Minas.

Ai vai uma bela foto do munícipio de Caxambu.


Caxambu se candidata a Patrimônio da Humanidade

Depois de Ouro Preto e Diamantina, que foram tombadas pelo seu acervo histórico, agora é Caxambu a cidade de Minas Gerais que se candidata para se tornar Patrimônio da Humanidade. As razões para o município receber tal nomeação seriam a quantidade e o teor de suas águas.
Representantes da cidade começam a se mobilizar, a fim de reunir documentos que comprovem ser Caxambu o detentor do “maior complexo hidromineral do planeta”, além de registros que também comprovem a eficácia medicinal das águas minerais ali existentes.
O maior entusiasta desse possível novo título é o atual prefeito da cidade, Luiz Carlos Pinto (PHS), médico de profissão e conhecedor das propriedades curativas das águas de Caxambu.

Segundo ele, este acervo líquido e gasoso não é apenas o maior patrimônio do município, mas do “Estado, do país e do mundo”, uma vez que a água é a maior fonte de vida do planeta, e aquelas com propriedades especiais, curativas e concentradas em um mesmo local, têm de ser preservadas para toda a humanidade.

No Parque das Águas, localizado no centro de Caxambu, são encontradas 12 fontes de águas minerais e um gêiser com propriedades químicas diferentes umas das outras. Cada uma delas possui uma arquitetura peculiar e todas já são tombadas pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha).
Por ser o único município a contar com um manancial de 12 fontes de água mineral natural, o prefeito também lembra da importância do esforço múltiplo entre o poder público e iniciativa privada, para que se inicie essa coleta de materiais e documentação que possam resultar em um projeto que justifique o tombamento. Uma vez declarada Patrimônio da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), Caxambu terá maior facilidade em obter recursos de organizações internacionais. Além disso, ainda pode atrair investimentos privados e públicos, que irão fomentar o turismo local, que é uma das principais fontes da economia da cidade.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Fichamento de como sobreviver web 2.0

Fichamento do livro digital ´´Jornalismo 2.0 como sobreviver e prosperar:
Um guia de cultura digital na era da informação´´.
Autor: Mark Briggs

Síntese do primeiro capítulo:

O autor Mark Briggs, diz no primeiro capítulo a importância de conhecer bem a base da internet, como siglas e expressões técnicas usadas na informática por profissionais da área jornalística para compreenderem e usarem esses termos para terem sucesso na profissão.

´´Pense nos muitos conceitos difíceis que você teve de usar ao exercer a função de repórter, fotógrafo ou administrador. Tecnologia não é uma área muito mais complexa do que, por exemplo, a gerência de padrões de crescimento econômico, a lei sobre transparência em decisões públicas¹ ou o cálculo dos ponto obtidos por um lançador, não baseados em erros do adversário, durante uma partida de beisebol. Você é inteligente - você só tem de abrir sua mente para algo novo. (introdução: Prato do dia? Sopa de siglas, pag 16 - Cap. I).


Síntese do segundo capítulo:

O segundo capítulo mostra uma visão básica das novas tecnologias e web sites como my space, flickr, ohmynews, wikipedia e del.icio.us que alteraram a forma pela qual as pessoas consomem notícias e informação, bem como o significado desta mudança para os jornais.
É citada uma passagem muito interessante nesse capítulo que diz que os editores da web estão criando plataformas ao invés de conteúdo, já os usuários estão criando conteúdo.

´´A Web naturalmente tem uma dinâmica e o Google está alinhado com ela”, escreveu o au-
tor Paul Graham5 que foi citado no livro “The Long Tail” de Chris Anderson. “Esta é a razão
pela qual seu sucesso parece ter sido alcançado com tão pouco esforço. Eles estão tiran-
do proveito do vento para navegar, em lugar de ficarem sentados passivamente rezando pe-
la continuidade de um modelo de negócio, como faz a imprensa escrita, ou tentando nave-
gar contra o vento, como fazem a Microsoft e as gravadoras quando decidem processar
clientes acusados de copiar músicas ou filmes.´´(Web 2.0, pag 32 - Cap. II, parágrafo quarto).


Síntese do terceiro capítulo:

O Treo, o Blackberry e o iPod mudaram para sempre a forma pela qual nosso público
acessa a mídia. Este capítulo vai dizer como as pessoas estão usando esses e outros
brinquedos para acessar conteúdos produzidos por você e como tornar seus conteúdos
mais accessíveis a elas.

quarta-feira, 11 de março de 2009

O desafio do jornalismo no século 21

Ao falar em tecnologias somos levados a pensar em crise no jornalismo. A crise não representa o final, um buraco negro no qual o jornalismo mergulhará. Deve-se acreditar na crise como uma nova oportunidade ao jornalismo. É sensato que o ideograma japonês que representa a crise, também represente oportunidade.

O jornalismo sofrerá mudanças, aliás, já está sofrendo com as novas tecnologias. Uma análise identifica que essas transformações são contínuas, e não recentes como se imagina.

Na década de 80, as redações de jornais impresso eram repletas de máquinas de escrever, ninguém mais usa máquinas de escrever. Até os antigos jornalistas se renderam às novas tecnologias. Com o computador vieram os programas de edição de texto com interface gráfica, programas de editoração eletrônica, além de melhoria nas telecomunicações. Isso facilitou o trabalho jornalístico.

Enquanto as tecnologias de 80 invadiam às redações até meados dos anos 90, assistíamos à morte de algumas atividades: paste-up, revisão e copydesk se tornaram termos utilizados apenas nas antigas histórias de jornalismo.

As tecnicas jornalisticas mudaram. Até os meios audiovisuais sentiram as transformações. Transmissões ao vivo que custavam caro e eram inviáveis se tornaram rotina e obrigação. Apuro visual e velocidade se incorporaram à prática do telejornalismo.

Em meados da década de 90 uma grande inovação tecnológica surgiria: a internet. O surgimento, ou melhor, a popularização da rede mudaria radicalmente o fazer jornalístico, colocando em xeque a posição do jornalista.

Se realizarmos uma análise sobre as transformações provocadas pela internet perceberemos que, de certa forma, ela ajudou muito o exercício jornalístico. Facilitou o acesso às informações, o contato com fontes e a pesquisa no lado da apuração; ao mesmo tempo também aumentou o alcance e a possibilidade de distribuição da informação jornalística.


João Rafael e Dyenifer.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

O papel da internet na eleição de Obama.


A internet pode não ter dado a maioria dos votos para Obama, mas ela foi o grande diferencial que permitiu que a campanha do democrata conseguisse decolar, no ano passado quando ele ainda era considerado um azarão na corrida eleitoral.

A sua estratégia comunitária começou a se delinear em outubro de 2007 no momento em que grupos de ativistas jovens começaram a usar sites como Meet Up e Move On para arrecadar pequenas contribuições em dinheiro contrariando a velha regra de que as possibilidades eleitorais de um candidato são medidas pela quantidade doada por pessoas de grande poder aquisitivo.

Em janeiro de 2008, num momento crítico para a definição das chances de Obama, os caciques do partido Democrata tiveram que curvar-se diante do fato de que o então pré-candidato conseguiu arrecadar 28 milhões de dólares só em contribuições feitas pela internet, superando em quase 1/3 o total coletado pela senadora Hillary Clinton, sua principal concorrente.
90% dos 250 mil doadores online de Barack Obama mandaram menos de 100 dólares para a campanha. Cem mil mandaram menos de 10 dólares, indicando como o trabalho de base passou a ser importante como alternativa à política tradicional de cortejar as grandes fortunas e os grandes formadores de opinião.

O esforço coletivo, gerou a chamada Onda Obama na Web criando um ambiente onde o candidato pode resgatar aquilo que ele aprendeu no trabalho comunitário desenvolvido nos bairros pobres de Chicago, no anos 80 e que lhe valeram a eleição para o senado norte-americano.


Essa eleição pode se resumir em dois ditados: de grão em grão a galinha enche o papo, e a união faz a força.